
Tu, que (não) me lês,
Será que sabes quem eu sou?
Se não o sabes, apetece-te saber?
Será que te importas com o que tenho a dizer?
Ou o que trago explodindo dentro de mim?
Será que em algum momento,
Sentes-me ou pensas em mim?
Da minha alma cansada, sabes o que chora?
O que persigo, nesta guerra inglória?
Das minhas noites vazias, que nome eu chamo?
E nas penumbras do quarto, que corpo finjo que amo?
Da minha flor escondida, imaginas o cheiro?
No meu corpo que ânsia, o que quer por inteiro?
Das minhas febres e suores, que balsamo os aplacam?
Da voz que tento ouvir, que som ela tem?
Se é o meu nome que chama, ou de qualquer outro alguém?
Diz me então, não me deixes perdida
Se sabes qual a alma que te escreve
Atrás destas linhas
Me diga...
Será que sabes quem eu sou?
Se não o sabes, apetece-te saber?
Será que te importas com o que tenho a dizer?
Ou o que trago explodindo dentro de mim?
Será que em algum momento,
Sentes-me ou pensas em mim?
Da minha alma cansada, sabes o que chora?
O que persigo, nesta guerra inglória?
Das minhas noites vazias, que nome eu chamo?
E nas penumbras do quarto, que corpo finjo que amo?
Da minha flor escondida, imaginas o cheiro?
No meu corpo que ânsia, o que quer por inteiro?
Das minhas febres e suores, que balsamo os aplacam?
Da voz que tento ouvir, que som ela tem?
Se é o meu nome que chama, ou de qualquer outro alguém?
Diz me então, não me deixes perdida
Se sabes qual a alma que te escreve
Atrás destas linhas
Me diga...
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