quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Celebrando-te


Obrigada, por existires e (de mim) não desistires
E mesmo invisível, tão presente em minha vida
Tornando-a neste incrivel navegar
Num mar de magia com gotas de orgia

Por me fazeres sonhar o impossível
Fazer-me dizer o que pensava indizível
Por me fazeres derrubar os meus muros
Revirar-me ao avesso, descobrir novos mundos

Por mostrar que meu remanso, é na verdade um mar bravio
Com recifes de corais, icebergs, rochedos,
(alguns belos, outros feios)
Submersos até então em mim, por ti e para ti
E que antes de ti, nunca vistos

Por me mostrares que em mim os regatos
São todos braços que me levam a teu mar, ao teu rio
Presença real na virtual ausência
Derrubaram todas as minhas crenças.

Por ser quem tu és, que me vicia e alicia
Loucamente lúcida ao um mar de delicia e dor
Fazendo gemer minha alma e meu corpo
Em loucas palavras, este meu insano amor.

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