
Há uma Rosa sempre aberta,
No Botão fechado à espera,
Que a luz do Sol nele pouse,
E desperte suas cálidas pétalas.
No seu desabrochar latente,
É dele eterna cúmplice,
Expectante e carente,
Espera que em sensual rito,
Que ele a faça vivente.
Ah! botão entreaberto
Abre-se por muito pouco,
Dos seus raios um sinal,
Um beijo suave, morno,
Do seu hálito, um sopro.
Entre as ramas secas espera,
Que lhe lamba da pele o suor,
Em lenta luxuria ou gulosa,
Aflito, em desejo crescente
Faça dele uma rosa ardente.
O íntimo da pétalas mostra,
As gotas de orvalho guardadas,
Das curvas faz-se um cálice,
Para que seu mel ele sorva,
Em suaves e longas tragadas.
Só de pensar, o pequeno botão,
Estremece e ansia,
Pelas ternas ou loucas lambidas,
Desta luz e calor que o domina,
Ao acariciar sua pele fina.
Nao tarda o botão desatina,
Faz se de fechado o aberto,
Para o gozo pleno desperto,
E a rosa nele antes contida
Abre-se agora, para a vida...
No Botão fechado à espera,
Que a luz do Sol nele pouse,
E desperte suas cálidas pétalas.
No seu desabrochar latente,
É dele eterna cúmplice,
Expectante e carente,
Espera que em sensual rito,
Que ele a faça vivente.
Ah! botão entreaberto
Abre-se por muito pouco,
Dos seus raios um sinal,
Um beijo suave, morno,
Do seu hálito, um sopro.
Entre as ramas secas espera,
Que lhe lamba da pele o suor,
Em lenta luxuria ou gulosa,
Aflito, em desejo crescente
Faça dele uma rosa ardente.
O íntimo da pétalas mostra,
As gotas de orvalho guardadas,
Das curvas faz-se um cálice,
Para que seu mel ele sorva,
Em suaves e longas tragadas.
Só de pensar, o pequeno botão,
Estremece e ansia,
Pelas ternas ou loucas lambidas,
Desta luz e calor que o domina,
Ao acariciar sua pele fina.
Nao tarda o botão desatina,
Faz se de fechado o aberto,
Para o gozo pleno desperto,
E a rosa nele antes contida
Abre-se agora, para a vida...
Nenhum comentário:
Postar um comentário