
Não precisam adorar-me, não sou um dos tantos deuses sagrados
(e inventados),
Pois quem me fez é cheia de terrenos deuses e diabos,
(apenas uma pobre miserável),
Mas que existe, de verdade.
Apenas peço que me sintam, me respeitem, não me roubem, aviltem, ou deturpem,
Não me jogue como lixo ou confete pelas ruas,
(Mesmo se maldito, marginal, esquecido, ou apenas não conhecido),
Não tens o direito de mudar o meu espírito.
E se acaso te achares na minha alma que aqui te mostro nua,
Não me dês a cara tua,
(mas se te tocar, digo-te, até faça-me tua, mas apenas lá no fundo da alma tua),
Não me mostre como tua, a alma Minha.
Não interessa se famoso, ou apenas um bobo (e louco),
Que tem coragem de afundar e mostrar seus gozos e lodos,
A todo rei, servos, gentios,
Nao importa, a quem me lë - mostro-me a todo povo.
E ainda que uma alma simples, seja a minha senhora,
Saiba que não simplesmente descrevo o meu Amor, meu Horror, minhas Taras,
Sou eles, os própios sentimentos, vivendo pelas letras,
(mesmo se tortas e loucas).
Pois se não sabes, aqui te digo,
EU, poema, prosa, rascunhos, lixo, Loucas Palavras, não importa,
Lembre-se, atrás de mim, há uma alma apaixonada (e quase morta)
Mesmo que de grande poeta eu não tenha Nada.
Vivo nestas letras (sei, imperfeitas...),
Afogada em meio a gozos e horrores (sentidos),
Apenas uma alma desvalida,
Ausente de sua alma gêmea (que me alimenta),
E distraída
Dá-me a vida (sem dar-se conta).
(e inventados),
Pois quem me fez é cheia de terrenos deuses e diabos,
(apenas uma pobre miserável),
Mas que existe, de verdade.
Apenas peço que me sintam, me respeitem, não me roubem, aviltem, ou deturpem,
Não me jogue como lixo ou confete pelas ruas,
(Mesmo se maldito, marginal, esquecido, ou apenas não conhecido),
Não tens o direito de mudar o meu espírito.
E se acaso te achares na minha alma que aqui te mostro nua,
Não me dês a cara tua,
(mas se te tocar, digo-te, até faça-me tua, mas apenas lá no fundo da alma tua),
Não me mostre como tua, a alma Minha.
Não interessa se famoso, ou apenas um bobo (e louco),
Que tem coragem de afundar e mostrar seus gozos e lodos,
A todo rei, servos, gentios,
Nao importa, a quem me lë - mostro-me a todo povo.
E ainda que uma alma simples, seja a minha senhora,
Saiba que não simplesmente descrevo o meu Amor, meu Horror, minhas Taras,
Sou eles, os própios sentimentos, vivendo pelas letras,
(mesmo se tortas e loucas).
Pois se não sabes, aqui te digo,
EU, poema, prosa, rascunhos, lixo, Loucas Palavras, não importa,
Lembre-se, atrás de mim, há uma alma apaixonada (e quase morta)
Mesmo que de grande poeta eu não tenha Nada.
Vivo nestas letras (sei, imperfeitas...),
Afogada em meio a gozos e horrores (sentidos),
Apenas uma alma desvalida,
Ausente de sua alma gêmea (que me alimenta),
E distraída
Dá-me a vida (sem dar-se conta).