Queria meu ultimo poema
Simples e sem enfeite
Belo qual chama que se apaga
Na ultima gota de azeite
Que fosse intenso e sufocante
Qual choro preso na garganta
Real, louco, e definitivo
Como a morte de um suicida
Silenciosa e sem bilhete.
Mas, fez fugir - me as palavras
Fez calar–me os sentimentos
Os risos que se ouviam
Da boca de toda a gente.
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