O que dá à minha vida sentido?
Certamente, não o que faço ou desfaço
Tampouco, o quase nada que tenho
Ao mundo deixo, nenhum legado...
Ate porque, nada que faço faz sensu
Certamente, não o que faço ou desfaço
Tampouco, o quase nada que tenho
Ao mundo deixo, nenhum legado...
Ate porque, nada que faço faz sensu
Certamente, o mundo sobreviveria
Sem os meus prosaicos atos
Ou meu próprio nascimento.
Passando a vida a perguntar
Os porquês de estar aqui
As respostas são sempre
Em saber para que vim
De tudo que há sentir um pouco
E de outros poucos muito sentir
Sentir como forma de viver
Viver apenas a sentir
Mas são estes poucos que sinto tanto
Que fazem minha vida fluir
E se perguntam, para que serve minha vida?
Direi, serve apenas para mim.
Para mal ou bem,
Sem os meus prosaicos atos
Ou meu próprio nascimento.
Passando a vida a perguntar
Os porquês de estar aqui
As respostas são sempre
Em saber para que vim
De tudo que há sentir um pouco
E de outros poucos muito sentir
Sentir como forma de viver
Viver apenas a sentir
Mas são estes poucos que sinto tanto
Que fazem minha vida fluir
E se perguntam, para que serve minha vida?
Direi, serve apenas para mim.
Para mal ou bem,
Se irrelevante ou pouco importante
Pelo menos
Já é um fim.

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