terça-feira, 18 de outubro de 2011

Surreal

Insanely strange and yet, amazingly beautiful. 
Does anyone dare to explain it?
I don´t. 
Instead, I close my eyes and just feel it: 
This amazingly insane, strangest beauty of an undeniable  truth.



4 comentários:

VA7372 disse...

Arrepia-se a minha pele,
Atravessando noites na tua ausência,
Adagas e punhais traem
E não deixam sanar
As cicatrizes da minha alma.

Títeres penduram-se nos meus sonhos,
Ingratas presenças,
Pendurados de uns fios invisíveis,
Sujeitam-me,
Coagula-me o sangue,
Arrastam-me a um acordar cedo,
Na realidade nocturna das horas
Dos meus passos constantes,
Sou peregrino da tua pele,
A minha pele arrepia-se:
Quando te recordo longínqua e ausente,
Tens deixado de existir,
Os restos da tua pele,
In grávidos voam,
Para a casa do esquecimento,
Sem pretextos.

Demasiado tempo a não lembrança
Das tuas pernas abertas.

Perco,
Demasiado tempo com as letras
Ao descoberto de outro amante.

Apenas recordo-te...

Beijos
J.

Vera A. Martins disse...

J.
Fico feliz de ver-te por aqui. A dias que tento achar algo tão belo quanto teus versos como forma de dizer-te “obrigada”. Valeu a espera: hoje encontrei algo que achei tão bonito que me doeu na alma:

http://youtu.be/IZ2jQOw2lvM

Espero que gostes,
Beijos,
V.

VA7372 disse...

Olá Vera,
Tenho saudades de ti.
Aparece.
Beijos
J.

Vera A. Martins disse...

De ti, morro de saudades também João. Aparecerei.
Beijos
V.