Insanely strange and yet, amazingly beautiful.
Does anyone dare to explain it?
I don´t.
Instead, I close my eyes and just feel it:
This amazingly insane, strangest beauty of an undeniable truth.
Does anyone dare to explain it?
I don´t.
Instead, I close my eyes and just feel it:
This amazingly insane, strangest beauty of an undeniable truth.
4 comentários:
Arrepia-se a minha pele,
Atravessando noites na tua ausência,
Adagas e punhais traem
E não deixam sanar
As cicatrizes da minha alma.
Títeres penduram-se nos meus sonhos,
Ingratas presenças,
Pendurados de uns fios invisíveis,
Sujeitam-me,
Coagula-me o sangue,
Arrastam-me a um acordar cedo,
Na realidade nocturna das horas
Dos meus passos constantes,
Sou peregrino da tua pele,
A minha pele arrepia-se:
Quando te recordo longínqua e ausente,
Tens deixado de existir,
Os restos da tua pele,
In grávidos voam,
Para a casa do esquecimento,
Sem pretextos.
Demasiado tempo a não lembrança
Das tuas pernas abertas.
Perco,
Demasiado tempo com as letras
Ao descoberto de outro amante.
Apenas recordo-te...
Beijos
J.
J.
Fico feliz de ver-te por aqui. A dias que tento achar algo tão belo quanto teus versos como forma de dizer-te “obrigada”. Valeu a espera: hoje encontrei algo que achei tão bonito que me doeu na alma:
http://youtu.be/IZ2jQOw2lvM
Espero que gostes,
Beijos,
V.
Olá Vera,
Tenho saudades de ti.
Aparece.
Beijos
J.
De ti, morro de saudades também João. Aparecerei.
Beijos
V.
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