É imensa esta vontade de escrever, abandonar
a mente, deixando que meus dedos andem
mais rápido à sua frente, e em sua
correria irresponsável, distraiam-me, descansem-me o coração cansado de sentir. Não consegui. Ao lado, às margens, o coração,
cansado, mas sobrevivente, arrisca-se novamente, e rabisca o que
pressente.