quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Eu suicida, tu sobrevivente...


Como uma onda
Sob a fúria do vento
Quebro-me nos rochedos,
Como suicida.
Renasço em gotículas
Nas nuvens
E volto ao teu mar
Como chuva...

Como um carvalho
Sob a fúria do vento
Retorce-te mas não quebras-te
Como sobrevivente.

No solo
Tuas raízes profundas
Mantem-te vivo
Para o todo sempre.

Nenhum comentário: