Nenhum escrito evitas
Nem mesmo o mais cruel
Pois ao faze-lo arriscas
Não veres o que da verdade,
É a face mais fiel.
Presenteaste-me com este escrito
É foi fácil de te entender
Pois em mim sempre vivestes
Mesmo sem eu nunca saber.
Fostes alguém a quem fiz
Apenas reconhecer
Tão fácil de entender
E impossível de esquecer.
Saiba que minhas palavras
Quando à tua alma respondo
São para ti um presente
E pra mim, um bálsamo
Para minha alma ardente
E também que quando me lês
Presenteias-me também
Alimenta –me a alma,
Acendes-me o corpo
É tua presença na tua ausência.
Por favor, entende minhas palavras
As que te digo, as que não digo.
Até as que por trás dos escritos
Escondo, abafando meu grito.
“... sabe Deus o que quero dizer...”.
Nem mesmo o mais cruel
Pois ao faze-lo arriscas
Não veres o que da verdade,
É a face mais fiel.
Presenteaste-me com este escrito
É foi fácil de te entender
Pois em mim sempre vivestes
Mesmo sem eu nunca saber.
Fostes alguém a quem fiz
Apenas reconhecer
Tão fácil de entender
E impossível de esquecer.
Saiba que minhas palavras
Quando à tua alma respondo
São para ti um presente
E pra mim, um bálsamo
Para minha alma ardente
E também que quando me lês
Presenteias-me também
Alimenta –me a alma,
Acendes-me o corpo
É tua presença na tua ausência.
Por favor, entende minhas palavras
As que te digo, as que não digo.
Até as que por trás dos escritos
Escondo, abafando meu grito.
“... sabe Deus o que quero dizer...”.
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