terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Meus rascunhos, minha sobrevivência



Escrever não é meu oficio,
Nem para isso tenho talento
Na escola apenas aprendi,
A cuidar deste nosso planeta

Ah! Mas como queria,
De saber falar sobre o amor
Com arte e beleza imensa,
À altura do meu sentimento

Unir em frases belas,
Palavras simples, mas sentidas.
Traduzir o que imagino
Em minhas noites mal dormidas.

Falar de teus beijos e abraços
Do teu corpo no meu enlaçado
E depois do amor,
O doce cansaço

Traduzir-te a minha alma,
E da tua, o que adivinho.
Dizer-te como te quero
E que és meu único caminho

Na rotina de dias comuns,
Espero ansiosa a hora
Que da labuta diária me livre
Para falar-te, ao desenhar estas letras

Pois amor,
Escrever para mim, não é lazer.
Escrever para mim é o único jeito.
De sem ti,
Poder sobreviver...

Nenhum comentário: