quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Vazio que dói, mas enche...


No peito, um deslumbramento de afetos, um transbordamento de sentir, de quereres enclausurados, infindável martírio, tatuada a ferro e fogo, por este desejo invencível, paixão que corre nas veias, na alma que implora um corpo. Sentidos - desprovida de cinco, ela usa o sexto. Olha-se no espelho e o vê. Sente-se e o sente. Na ausência, a indefectível presença. Dói. E enche.




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