Na penumbra da madrugada, braços que procuram abraços, carinhos que arrepiam as peles, mel que escorrem em jatos, sexos ardendo em brasa, sussurros que ouço, teus lábios no meu pescoço, arrepio no coração, grito eu te amo, minha paixão! Batidos no peito que não calam, mistura-se aos suores que se esvaem, molhando corpos acoplados, deslizam desesperados, procuram as bocas que suplicam, línguas que dançam nos seus céus, murmuram gemidos que gritam, que gozam, e que choram nos caminhos da paixão, nas vidas que se desencontram, nos desejos que não se fazem, que vivem na imaginação e gozam nas nossas mãos. Querer que não se esgota, que consome toda a razão, carnes em convulsão, almas mescladas, sexos em combustão, ah! Que ânsia de união... De encher os sexos, bocas, almas, minha loucura e perdição, a morte da razão. Amar como se fosse a ultima vez, com pecados, sem regras, sem lei, apagar esta chama que chama, não negar amor a quem ama , não morrer de não ou talvez. Amor nos dedos e nas mãos. Meu coração vive e pulsa no meu sexo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário