
Dai-me a promessa por cumprir,
e eu te darei a certeza do não ter fim...
Dai-me a lufada do teu hálito,
e eu te darei a vida que berra em meu quarto...
Dai-me a lógica do teu vento,
e eu te darei a órbita do meu tempo...
Dai-me a voz da tua emoção,
e eu te darei da minha poesia a razão...
Dai-me a insanidade do teu ato,
e eu te darei a formula do meu caos...
Daí me do teu corpo apenas um caco,
e eu te darei do meu todos os pedaços...
Dai-me todos teus pecados,
e eu te darei o que tenho de mais sagrado...
Dai-me um milionésimo de ti,
e eu te darei um milhão de mim...
Dai-me nada de ti,
ainda assim, teras tido, tudo de mim...
e eu te darei a certeza do não ter fim...
Dai-me a lufada do teu hálito,
e eu te darei a vida que berra em meu quarto...
Dai-me a lógica do teu vento,
e eu te darei a órbita do meu tempo...
Dai-me a voz da tua emoção,
e eu te darei da minha poesia a razão...
Dai-me a insanidade do teu ato,
e eu te darei a formula do meu caos...
Daí me do teu corpo apenas um caco,
e eu te darei do meu todos os pedaços...
Dai-me todos teus pecados,
e eu te darei o que tenho de mais sagrado...
Dai-me um milionésimo de ti,
e eu te darei um milhão de mim...
Dai-me nada de ti,
ainda assim, teras tido, tudo de mim...
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