Estou só - dou-me conta repentinamente. Novamente. E há muito, muito tempo. Só como
sempre estive, só como nunca antes. Ilha de palavras num mar de silêncios. Nem mesmo as memórias fazem-me mais companhia.
Comigo, apenas as longínquas lembranças que delas tenho. E que trago mais próximas quando visto-as com a fantasia. A enganar-me que não
estou sozinha...

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