“Convicções são cárceres” - escrevi sobre isso a algum tempo.
“Dúvidas - são sempre estas a que
matam tudo”, ouvi certa vez na voz do vento. Entre as certezas e as dúvidas,
jaz a paralisia, que nos mata de qualquer
jeito, entre a certeza que impede-nos de
partir e a dúvida que impede-nos de ir.
Encarcerados igualmente, foge-nos entre os imensos vãos das grades da inércia e indecisão, a vida.
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