
Se algum dia quiseres me encontrar
Não me procure nas marés previsíveis,
Em ciclos eternamente repetidos
Baixamar e preamar...Baixamar e preamar...Baixamar e preamar...
Procura – me antes,
Nas vagas do mar bravio
Profundo e revolto, de cor cinzenta
Que ao sopro do vento do Norte
Se lançam nos penedos
Como suicidas
Renascem em goticulas nas nuvens
E voltam ao mar como chuva...
Não me procure nas marés previsíveis,
Em ciclos eternamente repetidos
Baixamar e preamar...Baixamar e preamar...Baixamar e preamar...
Procura – me antes,
Nas vagas do mar bravio
Profundo e revolto, de cor cinzenta
Que ao sopro do vento do Norte
Se lançam nos penedos
Como suicidas
Renascem em goticulas nas nuvens
E voltam ao mar como chuva...
Nenhum comentário:
Postar um comentário