
Para cada palavra que escrevo
Mil delas, guardo entre os dedos
Para cada beijo que beijo
Mil vezes, beijo em segredo
Para cada gemido que gemo
Mil vezes, gemo em silencio
Para cada lagrima que verto
Mil, engulo em seco
Para cada quero-te que calo
Quero-te mil vezes, é o que falo.
Mil delas, guardo entre os dedos
Para cada beijo que beijo
Mil vezes, beijo em segredo
Para cada gemido que gemo
Mil vezes, gemo em silencio
Para cada lagrima que verto
Mil, engulo em seco
Para cada quero-te que calo
Quero-te mil vezes, é o que falo.
3 comentários:
belas e ardentes palavras...
- nas marés de sizigia tão sêca tão cheia quanto a lua daquela setes noites.
- na lua nova, a maré é morta
- vem pouco, vai pouco, quase desfalecendo
pouco se nota, como os penúltimos suspiros de moribundo.
Na crescente ou minguante, é confuso
parece um casal em valete, quase fundidos...
Quase nunca sei quem é quem.
Obs.:estou falando da lua - é muito dificil fazer poesia!
Nas marés de sizigia tão sêca tão cheia quanto a lua daquela setes noites.
Na nova, a maré é morta
vem pouco, vai pouco, quase desfalecendo
pouco se nota, como os penúltimos suspiros de moribundo.
Na crescente ou minguante, é confuso
parece um casal em valete, quase fundidos...
Quase nunca sei quem é quem.
Obs.:estou falando da lua - é muito dificil fazer poesia!
Multigeo, a poesia está em todos nós...só precisamos tirar-lhes a capa.....tuas lindas palavras me fizeram pensar lembrar que a maré não deixa de ser uma onda... na verdade a maior que há.....
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