"Por dias, ela tentou, tentou muito, mas não conseguiu. Nenhuma das centenas de palavras que ela escrevera lhe parecera certas. E o medo, o medo a levou a acreditar que mais vale um silêncio certo que uma palavra errada. Trechos de autores celebres lhe vem a mente em torrentes e vagarosamente como num quebra cabeças começam a se encaixar...:
“Às vezes, pequenos grandes terremotos ocorrem do lado esquerdo do meu peito. Em mim há algo imóvel em permanente assombro". Simplesmente, não há palavras. O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo". "Alem disso, não há nada mais perigoso para a verdade do que as nossas “certezas”. “No entanto (e até isso ela tem medo de escrever), parece que tudo o que existe é de uma grande exatidão, embora nos seja tecnicamente invisível”. “O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas. Nós terminamos adivinhando, confusos, a perfeição”.
E naquele dia, mais do que nunca, ela quis abraça- lo, e naquele dia, mais do que nunca, ela soube com certeza. Sozinhos, imperfeitos, juntos, a perfeição. Agora ela sabe...Ela quer pertencer".
(Escrito em 31 de março de 2008)
“Às vezes, pequenos grandes terremotos ocorrem do lado esquerdo do meu peito. Em mim há algo imóvel em permanente assombro". Simplesmente, não há palavras. O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo". "Alem disso, não há nada mais perigoso para a verdade do que as nossas “certezas”. “No entanto (e até isso ela tem medo de escrever), parece que tudo o que existe é de uma grande exatidão, embora nos seja tecnicamente invisível”. “O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas. Nós terminamos adivinhando, confusos, a perfeição”.
E naquele dia, mais do que nunca, ela quis abraça- lo, e naquele dia, mais do que nunca, ela soube com certeza. Sozinhos, imperfeitos, juntos, a perfeição. Agora ela sabe...Ela quer pertencer".
(Escrito em 31 de março de 2008)
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