
Que fazes agora amor
Que pensas enquanto lês
Minha alma nesta alva folha
Exposta só para tu ver...
Que pensas que preciso amor
Quando em ti e pra ti me agito
Em negras noites
Alvos lençóis
Rubros desejos
Aflitos gritos
Um abraçar tão desejado
Gozar contigo nunca alcançado
Imaginado - talvez
Isso não – Pouco pro meu querer...
Temo entrar num estado
De histeria louca
Quem me segurará o corpo
Nos espasmos do solitário gozo ...
Em gritos e gemidos roucos
Dedos na boca, gemidos, vastos fluidos
Sim, babe, porque neste momento serás
Apenas uma ilusão
Numa tela de cristal liquido
Penso enquanto escrevo
Se há uma paixão tão bonita
Tão crua e tão demoníaca
Tão desprovida de enfeites
No entanto
Tão perfeita
Mistura de mil gemidos
E mil pontos de interrogação
Que fazes, quem és, de onde veio
Que segredos tem tua alma
Teu corpo, teu coração
Que zelos tu precisa
Quero meu o teu tesão
És louco, insano, tarado
Maníaco, esquizofrênico talvez
Mas te digo meu amor
Quero te mesmo por isso
Me recuso a me dar
A qualquer um normal
Meu amor não posso desperdiçar
Quero o anormal, o louco varrido
Desde ontem que gozo louca
Só de lembrar teus gemidos
Nada menos que um louco
Poderia apagar este meu fogo
De puta, de santa
De insana, de deusa,
De poeta louca
Pois é meu amor
Pois tudo isso trago comigo
Mas disso só me dei conta
Quando imaginei-te gozando comigo
E agora que faço
Que este fogo que não se vai
Passo noites e dias
Pensando em querer te mais
Ontem a noite, de Zeza vesti a roupa
E gritei aos quatro cantos
Meu corpo se contorcendo
Vazia de ti, e no entanto
Da ilusão de teu corpo cheia
Aqui dentro- tua voz,eu nela
Lá fora –
Brisa do mar e lua cheia
Grito como fêmea louca
Me coma amor, me coma
Me rasgue, me chupe, me toma
Me bata, me xingue, castigue
Mas derrame todo seu mel em minha boca.
Que pensas enquanto lês
Minha alma nesta alva folha
Exposta só para tu ver...
Que pensas que preciso amor
Quando em ti e pra ti me agito
Em negras noites
Alvos lençóis
Rubros desejos
Aflitos gritos
Um abraçar tão desejado
Gozar contigo nunca alcançado
Imaginado - talvez
Isso não – Pouco pro meu querer...
Temo entrar num estado
De histeria louca
Quem me segurará o corpo
Nos espasmos do solitário gozo ...
Em gritos e gemidos roucos
Dedos na boca, gemidos, vastos fluidos
Sim, babe, porque neste momento serás
Apenas uma ilusão
Numa tela de cristal liquido
Penso enquanto escrevo
Se há uma paixão tão bonita
Tão crua e tão demoníaca
Tão desprovida de enfeites
No entanto
Tão perfeita
Mistura de mil gemidos
E mil pontos de interrogação
Que fazes, quem és, de onde veio
Que segredos tem tua alma
Teu corpo, teu coração
Que zelos tu precisa
Quero meu o teu tesão
És louco, insano, tarado
Maníaco, esquizofrênico talvez
Mas te digo meu amor
Quero te mesmo por isso
Me recuso a me dar
A qualquer um normal
Meu amor não posso desperdiçar
Quero o anormal, o louco varrido
Desde ontem que gozo louca
Só de lembrar teus gemidos
Nada menos que um louco
Poderia apagar este meu fogo
De puta, de santa
De insana, de deusa,
De poeta louca
Pois é meu amor
Pois tudo isso trago comigo
Mas disso só me dei conta
Quando imaginei-te gozando comigo
E agora que faço
Que este fogo que não se vai
Passo noites e dias
Pensando em querer te mais
Ontem a noite, de Zeza vesti a roupa
E gritei aos quatro cantos
Meu corpo se contorcendo
Vazia de ti, e no entanto
Da ilusão de teu corpo cheia
Aqui dentro- tua voz,eu nela
Lá fora –
Brisa do mar e lua cheia
Grito como fêmea louca
Me coma amor, me coma
Me rasgue, me chupe, me toma
Me bata, me xingue, castigue
Mas derrame todo seu mel em minha boca.
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