
Sobre a areia morna da praia,
Olhando para o céu
Aquecida pelo sol frio do final de tarde,
Estou eu
E, mesmo sem querer,
Penso em ti.
Uma onda de calor me invade,
Me intumesce, me desabrocha, me entesa
E sem nenhum controle do meu sentir
Eu, contra a minha vontade,
Desejo - te.
Agora como um doce e suave beijo
Uma pequena onda alcança-me cobrindo me o corpo,
Como se fosses tuas, as acaricias,
Eu, mesmo negando-te
Arrepio-me
Olhando para o céu
Aquecida pelo sol frio do final de tarde,
Estou eu
E, mesmo sem querer,
Penso em ti.
Uma onda de calor me invade,
Me intumesce, me desabrocha, me entesa
E sem nenhum controle do meu sentir
Eu, contra a minha vontade,
Desejo - te.
Agora como um doce e suave beijo
Uma pequena onda alcança-me cobrindo me o corpo,
Como se fosses tuas, as acaricias,
Eu, mesmo negando-te
Arrepio-me
Olhando agora as nuvens no céu
Que ora se tocam ora se afastam,
Ora juntas, ora separadas
Reinventando-se em múltiplas formas
Morrendo e renascendo a intervalos imprevisíveis
E ao sabor de forcas invisíveis,
Eu, sem controle do rumo dos meus pensamentos
Reflito
Sobre o significado das palavras –“controle” e “desejos”
Medito...
E me pergunto - por quanto tempo...
Por quanto tempo poderemos controlar os nossos desejos
Desejos de permanência ou desejos de separação
Desejos de loucura, desejos de razão
Pois assim como as nuvens não controlam as próprias formas,
Nem suas cores, nem sua direção
Também nós não controlamos
Nossos desejos do sim, nossos desejos do não
Tal como as nuvens são controladas por forcas invisíveis
E é fácil pensar que o são pelo vento (é mais fácil simplificar!)
Teus desejos não são controlados por ti,
(Embora penses que és)
Minha razão eu não controlo
(Embora eu pense que sim)
Mas sim nos controlam
Este aperto no meu peito
Nas coxas, no coração
E o vaivém de tuas palavras
Me fazem perguntar
Quantas vezes teremos que encarar
Que nossa(s) palavra(s) não se fará (ão)
Nem a minha de partir
Nem a tua de ficar...
E sem poder controlar
Amo-te.
Que ora se tocam ora se afastam,
Ora juntas, ora separadas
Reinventando-se em múltiplas formas
Morrendo e renascendo a intervalos imprevisíveis
E ao sabor de forcas invisíveis,
Eu, sem controle do rumo dos meus pensamentos
Reflito
Sobre o significado das palavras –“controle” e “desejos”
Medito...
E me pergunto - por quanto tempo...
Por quanto tempo poderemos controlar os nossos desejos
Desejos de permanência ou desejos de separação
Desejos de loucura, desejos de razão
Pois assim como as nuvens não controlam as próprias formas,
Nem suas cores, nem sua direção
Também nós não controlamos
Nossos desejos do sim, nossos desejos do não
Tal como as nuvens são controladas por forcas invisíveis
E é fácil pensar que o são pelo vento (é mais fácil simplificar!)
Teus desejos não são controlados por ti,
(Embora penses que és)
Minha razão eu não controlo
(Embora eu pense que sim)
Mas sim nos controlam
Este aperto no meu peito
Nas coxas, no coração
E o vaivém de tuas palavras
Me fazem perguntar
Quantas vezes teremos que encarar
Que nossa(s) palavra(s) não se fará (ão)
Nem a minha de partir
Nem a tua de ficar...
E sem poder controlar
Amo-te.
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